…sem início nem fim…sempre…
Neste projeto pretendo indagar a forma circular como parte de um projeto mais amplo onde estão sendo pesquisadas as formas geométricas tidas como originarias de todas as formas existentes como: o quadrado, a espiral e o triângulo. Meu interesse reside nas formas como símbolos. Neste caso o círculo como símbolo de perfeição, de indivisibilidade, de homogeneidade e a relação metafórica que podemos fazer com nossa própria existência.
Estou construindo os trabalhos com registros fotográficos de objetos com forma circular encontrados no cotidiano, assim como construídos em estúdio. Círculos registrados com objetos encontrados no dia a dia; desenhados com a luz remetendo a própria origem da fotografia; organizados com formas encontradas na natureza; ainda círculos arranjados com objetos manufaturados pelo homem. Estas fotografias de círculos brancos circunscritos em quadrados pretos exploram uma possível relação com o que temos de perfeito ou imperfeito, de celestial ou terrenal em nós. O quadrado preto simbolicamente representa a terra e o círculo branco representa o divino, a perfeição.
…sem início nem fim…sempre…
Neste projeto pretendo indagar a forma circular como parte de um projeto mais amplo onde estão sendo pesquisadas as formas geométricas tidas como originarias de todas as formas existentes como: o quadrado, a espiral e o triângulo. Meu interesse reside nas formas como símbolos. Neste caso o círculo como símbolo de perfeição, de indivisibilidade, de homogeneidade e a relação metafórica que podemos fazer com nossa própria existência.
Estou construindo os trabalhos com registros fotográficos de objetos com forma circular encontrados no cotidiano, assim como construídos em estúdio. Círculos registrados com objetos encontrados no dia a dia; desenhados com a luz remetendo a própria origem da fotografia; organizados com formas encontradas na natureza; ainda círculos arranjados com objetos manufaturados pelo homem. Estas fotografias de círculos brancos circunscritos em quadrados pretos exploram uma possível relação com o que temos de perfeito ou imperfeito, de celestial ou terrenal em nós. O quadrado preto simbolicamente representa a terra e o círculo branco representa o divino, a perfeição.



